Durante situações como a que estamos vivendo, aumenta o número de criminosos tentando tirar vantagens dos esforços das empresas e pessoas para manterem-se trabalhando.
Nos Estados Unidos a situação chegou a tal ponto que o Serviço Secreto alertou as forças policiais e autoridades controladoras das atividades bancárias e empresariais acerca do assunto. Pode-se acreditar que a situação em nosso país é a mesma.
Empresas tem entrado em contato com seus clientes, fornecedores e empregados via email, transmitindo informações acerca de como suas operações serão conduzidas durante a pandemia.
A frequência desses emails tem aumentado, à medida em que novas situações surgem e as pessoas que os recebem acabam tendendo a acreditar que os remetentes são realmente as empresas com que trabalham e acabam relaxando com relação à segurança, especialmente abrindo anexos sem maiores preocupações.
Acontece que os anexos enviados por criminosos normalmente acabam permitindo a instalação de software malicioso nas máquinas dos usuários, tornando-os vulneráveis a roubo de senhas, monitoramento de teclados e até mesmo travando máquinas gerando pedidos de resgate para seu destravamento. Esses anexos normalmente são arquivos do Microsoft Office ou do WordPad, que chamam menos a atenção de quem os recebe.
Evidentemente outros tipos de ataque devem estar ocorrendo, cada vez mais frequentemente. Cabe às empresas e às pessoas tomarem cuidados cada vez maiores.