quarta-feira, 15 de abril de 2026
VIBECODING FAZ AUMENTAR O NÚMERO DE APLICATIVOS NA APPSTORE
domingo, 12 de abril de 2026
Alguns videogames podem ajudar o cérebro
Muitos se preocupam com os efeitos negativos dos videogames sobre a cognição.
No entanto, pesquisas recentes dão conta
que alguns games podem ajudar o cérebro a processar informações com mais
eficiência e a se adaptar melhor a tarefas complexas.
Pesquisadores como os Professores C.
Shawn Green, da Universidade de Wisconsin e Carlos Coronel, do Trinity College de
Dublin, destacam que tanto a estrutura quanto o ritmo de determinados jogos trazem
ganhos cognitivos. Estudos liderados por eles apontam benefícios distintos em
diferentes games, especialmente nos de estratégia em tempo real e nos de ação
acelerada.
Um estudo publicado em 2024 na revista NeuroImage
comparou, por meio de exames de neuroimagem, 31 jogadores experientes de StarCraft
II com 31 não jogadores - esse jogo exige alocação de recursos e
coordenação de exércitos sob constante pressão temporal. Os pesquisadores
observaram que os cérebros dos gamers eram “mais eficientes no processamento de
informações”, com maior conectividade em áreas ligadas à atenção visual e à
função executiva.
Em 2025, uma pesquisa divulgada pela Nature
Communications ampliou os resultados, mostrando que cérebros de jogadores
experientes aparentavam ser até quatro anos mais jovens do que sua idade
cronológica. O Professor Coronel afirmou que a complexidade cognitiva dos games
- assim como em atividades criativas como arte ou música - pode preservar
conexões neurais vulneráveis ao envelhecimento e melhorar a capacidade de
processamento mental.
Mesmo exposições moderadas mostraram
efeitos mensuráveis. Participantes sem experiência que jogaram cerca de 30
horas de StarCraft II em algumas semanas apresentaram envelhecimento
cerebral mais lento do que aqueles que praticavam o jogo de cartas Hearthstone.
“Quanto mais você pratica, mais benefícios terá”, disse o Professor Coronel,
ressaltando que melhorias surgem antes mesmo do atingimento de níveis
avançados.
Apesar dos avanços, especialistas
alertam que hábitos saudáveis de jogo devem seguir os mesmos princípios da boa
forma cerebral: diversidade e moderação. “Não posso dizer que jogar videogame
por horas e horas será bom para a saúde mental”, ponderou o Professor Coronel.
Equilibrar o tempo de jogo com atividade física, interação social e sono
continua essencial.
O Professor Aaron Seitz, da Northeastern
University, recomenda sessões de 30 a 60 minutos, explorando diferentes tipos
de games, pois acredita que a variedade mantém a cognição afiada e incentiva
adultos mais velhos a experimentar títulos novos, mesmo diante da frustração
inicial. “Quando você começa a ficar bom, já não é útil. É preciso encarar o
difícil e o incômodo”, disse.
Em síntese, os pesquisadores concordam:
não há hábito único capaz de garantir cognição elevada ou envelhecimento
cerebral mais lento. Para o Professor Coronel, manter o cérebro saudável exige
“múltiplas camadas na vida” - atividades criativas, exercício, descanso,
conexão social e desafios mentais como os jogos digitais.
domingo, 5 de abril de 2026
O pescoço na era digital: o “tech neck” vira alvo da indústria da beleza
males, como problemas de visão, distúrbios do sono, ansiedade, depressão e até alterações cognitivas. Além disso, há impactos físicos como dores no pescoço e coluna e sociais, como isolamento e dependência.
Agora,
dermatologistas e fabricantes de cosméticos afirmam que o uso do celular também
pode estar mudando a forma como o pescoço envelhece. Horas passadas
olhando para baixo, diante de celulares e outros dispositivos, estão
contribuindo para uma condição conhecida informalmente como “tech neck” (em
português, algo como “pescoço de tecnologia”), as linhas horizontais que se
formam no pescoço e se aprofundam com o tempo.
Essas marcas
não são novidade, mas sua visibilidade tem se tornado uma preocupação estética
crescente e uma oportunidade lucrativa para o mercado da beleza.
Segundo dados
da Harmony Healthcare IT, uma empresa especializada em gestão de dados de
saúde, os norte-americanos passam em média 5 horas e 16 minutos por dia no
celular; entre os jovens da Geração Z, aqueles nascidos entre meados da década
de 1990 e início dos anos 2010, esse número ultrapassa 6 horas e meia.
A indústria
está sendo rápida: marcas tradicionais atualizaram linhas de produtos e
campanhas para tratar os efeitos do uso diário de dispositivos. A Olay, que faz
parte do grupo Procter & Gamble lançou um tratamento com o slogan “Tech
Neck Got You Down? Give it a Lift” (algo como “Tech Neck levou você para baixo?
Levante-o”). Já a francesa RoC, que faz
parte do grupo Johnson & Johnson, desenvolveu um bastão hidratante
específico para o pescoço cujas vendas dispararam.
Empresas
menores foram além: a Solawave apostou em dispositivos de terapia com luz
vermelha (fotobiomodulação), enquanto a Brickell incluiu em seu manual de
cuidados uma seção intitulada “Como corrigir rugas de tech neck”. O guia
compara o ato de inclinar a cabeça 45 graus para baixo à aplicação de um peso
de 22 quilos sobre o pescoço.
Influenciadores
também estão surfando nessa onda: Molly J. Curley, promove um creme através de
anúncios pagos no Facebook e gerou vendas de US$ 500 mil em fevereiro.
A medicina
estética também está ganhando com essa onda: o cirurgião plástico nova-iorquino
Sam Rizk relatou aumento de 25% na procura por lifting de pescoço entre
pacientes na faixa dos 30 anos, principalmente em função das discussões sobre
tech neck.
sexta-feira, 3 de abril de 2026
OpenAI agora vale US$ 852 bilhões, o equivalente a 7 Petrobras
Depois de anunciar o fechamento da maior rodada de investimento da história, colocando US$ 122 bilhões para dentro de seus cofres, a OpenAI chegou em incríveis US$ 852 bilhões de valor de mercado, em 31 de março passado. Como o gráfico mostra, isso equivale à soma de: |
No entanto, em termos de receita gerada, a situação é completamente diferente. Enquanto a OpenAI gera US$ 20 bilhões de receita anual, as outras 6 empresas juntas geram US$ 535 bilhões, cerca de 27 vezes mais. O tema deve ser acompanhado de perto, especialmente em função dos rumores acerca do possível estouro de uma bolha que atingiria principalmente as empresas de IA. Fonte: Mobile Time |
terça-feira, 31 de março de 2026
Apple chega aos 50 anos
Em 1º de abril de 1976, em uma garagem em Los Altos, Califórnia, nascia uma empresa destinada a mudar o mundo.
Steve Jobs,
Steve Wozniak e Ronald Wayne criaram a Apple, que está completando meio século
de história. Seu slogan “Think Different” (Pense Diferente) resume a trajetória
da empresa, marcada pela inovação, criatividade e pelo espírito anticonformista
que transformou a tecnologia em algo pessoal e indispensável.
O primeiro produto
foi o desktop Apple I, lançado em 1977 que vendeu 200 unidades a um preço
unitário de US$ 666,66 dólares, hoje cerca de US$ 3.600.
Em 1980, a
empresa abriu seu capital e em 1984, lançou o Macintosh o computador que introduziu
o mouse e a interface gráfica, tornando-se um marco na democratização do uso da
informática. Foram 70 mil unidades vendidas em apenas 100 dias. No lançamento,
foi exibido durante o Super Bowl um comercial dirigido por Ridley Scott, um dos
diretores mais famosos da história do cinema, conhecido por filmes como Alien
(1979), Blade Runner (1982) e Gladiador (2000).
A história da
Apple não pode ser dissociada de seu líder carismático, Steve Jobs, que deixou
a empresa em 1985, após conflitos internos, mas que retornou de forma triunfal
em 1996. A partir daí, iniciou-se uma sequência de lançamentos que redefiniram
indústrias inteiras. Em 2001, vieram o iPod e o iTunes, que revolucionaram a
forma de consumir música. “Mil músicas no bolso” tornou-se mais do que um
slogan, foi uma promessa cumprida.
9 de janeiro
de 2007 marca o início de uma revolução: nessa data Jobs apresentou o iPhone.
Sem teclas frontais, com tela sensível ao toque e integrando de forma inédita telefone,
internet, música e jogos, o aparelho vendeu seis milhões de unidades em sua
primeira versão. O sucesso foi consolidado com a App Store, loja de aplicativos
baseada na internet, lançada em 2008, que criou a chamada “economia dos
desenvolvedores”. Só no Brasil, em 2025, movimentou 6,7 bilhões de dólares.
Outros
produtos célebres continuaram surgindo: o iPad em 2010, o Apple Watch em 2015,
os AirPods em 2016 e em 2025 o Vision Pro, headset que combina realidade
aumentada e realidade virtual, permitindo integrar conteúdos digitais ao espaço
físico e oferecendo experiências imersivas no trabalho, entretenimento e
comunicação.
Ao longo de
50 anos, a Apple não apenas lançou dispositivos: redefiniu hábitos, criou
mercados e moldou a cultura digital. O iPhone, ainda hoje, é o produto mais
lucrativo da companhia, superando até mesmo as promessas da inteligência
artificial. A cada inovação, a empresa reafirma seu lema: pensar diferente não
é apenas um slogan, mas uma filosofia que continua a inspirar gerações.
Com meio
século de história, a Apple permanece como protagonista da revolução
tecnológica, lembrando ao mundo que o futuro pertence a quem ousa desafiar o
presente.
quarta-feira, 25 de março de 2026
Anúncios: mídia tradicional perde cada vez mais espaço para as mídias digitais
domingo, 1 de março de 2026
VISITA TÉCNICA À JACTO
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026
MUITA GENTE AINDA NÃO USA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
Informação muito interessante! |
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026
CHINA É LÍDER DISPARADA EM ROBÔS HUMANÓIDES
A indústria dos robôs humanoides ainda está engatinhando, porém cerca de 90% dessas máquinas vendidas em 2025 eram chinesas. |
Naquele ano, aproximadamente 18 mil robôs humanoides foram vendidos, a grande maioria dos quais para o uso no varejo e fábricas e indústrias. Mas a previsão é que eles passem também a serem usados para prestação de serviços e cuidados aos seres humanos, acreditando-se que em 2035 seu mercado deve alcançar US$ 38 bilhões, chegando a US$ 5 trilhões até 2050. O gráfico abaixo mostra os principais fabricantes e as quantidades vendidas no ano passado. |
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
O ChatGPT vem perdendo participação
sábado, 31 de janeiro de 2026
AINDA EXISTEM 20 MILHÕES DE TELEFONES FIXOS NO BRASIL
Telecomunicações (Anatel) que diz também ter havido uma queda de 3 milhões de linhas na comparação com 2024.
Com isso, o número fica perto do registrado em 1998, quando o setor de telefonia foi privatizado.
A Claro lidera este segmento, com 30,5% das linhas, seguida pela Vivo (25%) e pela Oi (19,1%). O restante fica pulverizado entre várias companhias.
A maioria dos telefones fixos, 52,1% está nas mãos de pessoas físicas.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
terça-feira, 20 de janeiro de 2026
sexta-feira, 2 de janeiro de 2026
FINS DO SÉCULO XIX: PEDALAR ERA CONSIDERADO MUITO PERIGOSO
quinta-feira, 1 de janeiro de 2026
ABSORVENTES ÍNTIMOS: PRODUTO DA 1ª GUERRA MUNDIAL!
Corria o ano de 1914 quando Ernst Mahler, executivo da então pequena empresa americana chamada Kimberly-Clark, visitou fábricas de papel e celulose na Alemanha, Áustria e Escandinávia, interessado em um novo derivado da celulose chamado "Cellucotton".sábado, 20 de dezembro de 2025
China: de manufatura para robofatura
chinesas é maior do que a soma daqueles instalados no restante do mundo.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2025
Inteligência artificial permitirá à HP eliminar 6 mil empregos
O anúncio,
acompanhado de uma projeção de queda dos lucros no próximo ano, revela o
paradoxo vivido por grandes companhias de tecnologia: de um lado, a promessa de
ganhos bilionários em função da inovação e aumento da produtividade; de outro,
o impacto na vida de milhares de profissionais que serão substituídos por
algoritmos.
Enrique
Lores, presidente-executivo da HP, fala que a empresa vive uma “oportunidade
significativa” para acelerar a inovação e melhorar a satisfação dos clientes.
Mas a mensagem implícita é dura: equipes de desenvolvimento, operações e
atendimento ao consumidor serão reduzidas para abrir espaço a máquinas que não
pedem férias, não adoecem e não reivindicam direitos.
A National
Foundation for Educational Research, ONG britânica voltada à pesquisa em
educação, alerta que até 3 milhões de empregos de baixa/média qualificação
podem desaparecer até 2035 naquele país, e diz que o anúncio da HP não é um
caso isolado. Escritórios de advocacia, consultorias e fintechs já seguem o
mesmo caminho, citando a IA como justificativa para cortes. A narrativa é
sempre semelhante: menos pessoas, mais tecnologia, maior eficiência, maior
lucro.
A questão que
se impõe é se a sociedade está preparada para absorver esse impacto. A promessa
de inovação não pode ser dissociada da responsabilidade social. Empresas como
HP, Dell e Acer enfrentam não apenas o desafio de custos crescentes em termos
de hardware e infraestrutura, mas também o desafio ético de como conduzir uma
transição que não deixe milhões de pessoas à margem.
O futuro, ao
que tudo indica, será inevitavelmente moldado pela inteligência artificial. Mas
o ritmo dessa mudança, acelerado por pressões do mercado e dos acionistas,
coloca em xeque a capacidade de governos, sindicatos e instituições
educacionais oferecerem alternativas reais para quem perde espaço.
Apesar das
projeções não tão boas para o próximo ano, a HP teve excelentes resultados
financeiros no último trimestre, melhores que os esperados, e vê os PCs com
recursos de IA representarem mais de 30% de suas vendas.
O dado é
positivo para os investidores, mas para a sociedade, é um lembrete de que o
avanço tecnológico, sem políticas de proteção e requalificação, significa
progresso para uns e exclusão para muitos.
Vamos divulgar ciência e tecnologia: compartilhe esta postagem
sexta-feira, 5 de dezembro de 2025
TikTok oficializa aporte de R$ 200 bilhões para data center no Ceará
O TikTok confirmou um investimento de R$ 200 bilhões para a construção de um data center no Ceará.
Segundo informações da Reuters e do portal g1, o complexo será instalado no Complexo Industrial e Portuário do Pecém, próximo a Fortaleza.
A empresa afirmou que toda a operação será alimentada por energia eólica, proveniente de parques que estão sendo construídos especificamente para suprir essa demanda.
O empreendimento será entregue em fases. A etapa inicial prevê um consumo de 300 megawatts (MW), energia suficiente para abastecer uma cidade de 500 mil habitantes.
A expectativa é que o data center entre em operação em 2027, não estando disponíveis informações acerca dos empregos que serão gerados.
Ambientalistas e moradores da região protestam contra a instalação do data center, alegando que o mesmo deve gerar carência de energia elétrica e água potável.
segunda-feira, 24 de novembro de 2025
DEIXAR A UNIVERSIDADE PARA EMPREENDER: UMA MÁ IDEIA
O Professor recomenda àqueles que estão pensando em "largar a faculdade para virar empresário porque alguns bilionários fizeram isso", que analisem o gráfico antes de deixar a escola.
Valve: faturamento de US$ 50,5 milhões/ano por empregado
quinta-feira, 20 de novembro de 2025
Brasil é o segundo maior usuário de WhatsApp
sábado, 8 de novembro de 2025
NVIDIA E INTEL: IA TROUXE IMPACTOS DIFERENTES

. |
terça-feira, 4 de novembro de 2025
UMA SITUAÇÃO INUSITADA: O S & P CRESCE E OS EMPREGOS DIMINUEM
domingo, 2 de novembro de 2025
quinta-feira, 30 de outubro de 2025
AS 20 MAIORES EMPRESAS DO MUNDO
sexta-feira, 24 de outubro de 2025
MONTADORAS BRASILEIRAS PODEM PARAR EM BREVE POR FALTA DE CHIPS
sábado, 18 de outubro de 2025
UMA COMPARAÇÃO INTERESSANTE: NVIDIA X FARMACÊUTICAS
Ao se tornar a primeira empresa na história a ultrapassar a marca dos US$ 4,5 trilhões de valor de mercado, a maior fabricante de chips do mundo também ultrapassou o valor de mercado de TODAS as empresas farmacêuticas do mundo, somadas, como mostra o quadro abaixo: |
Mas apesar do valor de mercado da Nvidia superar o de todas as farmacêuticas, a receita gerada por elas conta uma história diferente: |
|
Basicamente, enquanto a NVIDIA é valorizada pelo futuro (um otimismo tecnológico que promete crescimento acelerado), as farmacêuticas são valorizadas pelo presente (uma estabilidade digna de uma indústria madura). Fonte: TechDrop |
quinta-feira, 16 de outubro de 2025
CHATGPT ESTÁ CRESCENDO MUITO MAIS RAPIDAMENTE DO QUE A INTERNET
A internet levou cerca de 13 anos para chegar aos seus primeiros 800 milhões de usuários; já o ChatGPT chegou à marca em pouco mais de 2 anos, como mostra o quadro abaixo: |
A humanidade nunca viu uma tecnologia se espalhar tão rapidamente. |
quarta-feira, 8 de outubro de 2025
Datacenters: precisamos de mais eletricidade
Em outras palavras: a demanda de energia dos data centers de IA deve QUADRUPLICAR nos próximos 10 anos.
segunda-feira, 6 de outubro de 2025
Com que frequência as pessoas usam o ChatGPT?
quarta-feira, 1 de outubro de 2025
BRASIL LIDERA ADOÇÃO DE CARROS ELÉTRICOS NA AMÉRICA LATINA
domingo, 28 de setembro de 2025
USO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS AVANÇADAS POR INDÚSTRIAS BRASILEIRAS
domingo, 21 de setembro de 2025
AMAZON E WALMART: UMA SITUAÇÃO DE COOPETIÇÃO
"Coopetição" é uma palavra que mistura "cooperação" e "competição".
Ela descreve a relação entre empresas que, ao mesmo tempo, competem em algumas áreas e colaboram em outras.A Amazon e o Walmart estão vivendo um caso clássico de coopetição, que se manifesta da seguinte forma:
Competição: as duas empresas são rivais diretas. Ambas operam grandes marketplaces de varejo online (Amazon.com e Walmart.com) e competem por clientes, lojistas e participação de mercado.
Cooperação: a Amazon permite que lojistas que vendem no Walmart usem sua rede de logística (Multichannel Fulfillment) para entregar os produtos. Embora não haja um acordo formal entre as duas gigantes, essa colaboração beneficia os vendedores e, indiretamente, o próprio Walmart, que oferece mais opções de entrega aos seus lojistas.
Essa dinâmica é um exemplo clássico de coopetição: a Amazon e o Walmart continuam a se enfrentar no varejo, mas encontram um ponto em comum onde a parceria logística se torna mutuamente vantajosa.


.png)






