A NASA entra
em uma nova era em termos de capacidade de processamento científico com o
lançamento do Athena, supercomputador que entrou em operação em janeiro.
extremas, o sistema promete mais de 20 petaflops de desempenho máximo, consumindo menos energia que seus antecessores.
Construído
pela Hewlett Packard, o Athena reúne 1.024 nós de computação, cada um equipado
com dois processadores AMD Epyc de 128 núcleos. Ele substitui os
supercomputadores Aitken e Pleiades, oferecendo à agência a maior potência já
disponível em sua infraestrutura de alto desempenho.
Instalado no
Ames Research Center, no Silicon Valley, o sistema integra o programa High-End
Computing Capability (HECC), que combina recursos internos com plataformas
comerciais de nuvem. Essa abordagem híbrida permite à NASA escolher a
ferramenta mais adequada para cada missão.
O Athena será
usado em simulações de lançamentos de foguetes, no design de novas aeronaves e
espaçonaves, no treinamento de modelos avançados de inteligência artificial e
na análise de grandes volumes de dados coletados por telescópios espaciais.
Pesquisadores externos também poderão ter acesso à máquina, desde que seus
projetos sejam de interesse da NASA.
Segundo Kevin
Murphy, Chief Science Data Officer do HECC, o Athena permitirá expandir os
esforços da NASA em termos de recursos de computação sob medida para
necessidades em constante evolução.
O nome foi
escolhido em março de 2025, em concurso interno. Na mitologia grega, Athena é a
deusa da sabedoria e irmã de Ártemis, referência simbólica à missão Artemis II,
que levará astronautas a orbitar a Lua.
