domingo, 26 de abril de 2026
Os dez apps mais baixados no Brasil em março de 2026
quarta-feira, 15 de abril de 2026
VIBECODING FAZ AUMENTAR O NÚMERO DE APLICATIVOS NA APPSTORE
domingo, 12 de abril de 2026
Alguns videogames podem ajudar o cérebro
Muitos se preocupam com os efeitos negativos dos videogames sobre a cognição.
No entanto, pesquisas recentes dão conta
que alguns games podem ajudar o cérebro a processar informações com mais
eficiência e a se adaptar melhor a tarefas complexas.
Pesquisadores como os Professores C.
Shawn Green, da Universidade de Wisconsin e Carlos Coronel, do Trinity College de
Dublin, destacam que tanto a estrutura quanto o ritmo de determinados jogos trazem
ganhos cognitivos. Estudos liderados por eles apontam benefícios distintos em
diferentes games, especialmente nos de estratégia em tempo real e nos de ação
acelerada.
Um estudo publicado em 2024 na revista NeuroImage
comparou, por meio de exames de neuroimagem, 31 jogadores experientes de StarCraft
II com 31 não jogadores - esse jogo exige alocação de recursos e
coordenação de exércitos sob constante pressão temporal. Os pesquisadores
observaram que os cérebros dos gamers eram “mais eficientes no processamento de
informações”, com maior conectividade em áreas ligadas à atenção visual e à
função executiva.
Em 2025, uma pesquisa divulgada pela Nature
Communications ampliou os resultados, mostrando que cérebros de jogadores
experientes aparentavam ser até quatro anos mais jovens do que sua idade
cronológica. O Professor Coronel afirmou que a complexidade cognitiva dos games
- assim como em atividades criativas como arte ou música - pode preservar
conexões neurais vulneráveis ao envelhecimento e melhorar a capacidade de
processamento mental.
Mesmo exposições moderadas mostraram
efeitos mensuráveis. Participantes sem experiência que jogaram cerca de 30
horas de StarCraft II em algumas semanas apresentaram envelhecimento
cerebral mais lento do que aqueles que praticavam o jogo de cartas Hearthstone.
“Quanto mais você pratica, mais benefícios terá”, disse o Professor Coronel,
ressaltando que melhorias surgem antes mesmo do atingimento de níveis
avançados.
Apesar dos avanços, especialistas
alertam que hábitos saudáveis de jogo devem seguir os mesmos princípios da boa
forma cerebral: diversidade e moderação. “Não posso dizer que jogar videogame
por horas e horas será bom para a saúde mental”, ponderou o Professor Coronel.
Equilibrar o tempo de jogo com atividade física, interação social e sono
continua essencial.
O Professor Aaron Seitz, da Northeastern
University, recomenda sessões de 30 a 60 minutos, explorando diferentes tipos
de games, pois acredita que a variedade mantém a cognição afiada e incentiva
adultos mais velhos a experimentar títulos novos, mesmo diante da frustração
inicial. “Quando você começa a ficar bom, já não é útil. É preciso encarar o
difícil e o incômodo”, disse.
Em síntese, os pesquisadores concordam:
não há hábito único capaz de garantir cognição elevada ou envelhecimento
cerebral mais lento. Para o Professor Coronel, manter o cérebro saudável exige
“múltiplas camadas na vida” - atividades criativas, exercício, descanso,
conexão social e desafios mentais como os jogos digitais.
domingo, 5 de abril de 2026
O pescoço na era digital: o “tech neck” vira alvo da indústria da beleza
males, como problemas de visão, distúrbios do sono, ansiedade, depressão e até alterações cognitivas. Além disso, há impactos físicos como dores no pescoço e coluna e sociais, como isolamento e dependência.
Agora,
dermatologistas e fabricantes de cosméticos afirmam que o uso do celular também
pode estar mudando a forma como o pescoço envelhece. Horas passadas
olhando para baixo, diante de celulares e outros dispositivos, estão
contribuindo para uma condição conhecida informalmente como “tech neck” (em
português, algo como “pescoço de tecnologia”), as linhas horizontais que se
formam no pescoço e se aprofundam com o tempo.
Essas marcas
não são novidade, mas sua visibilidade tem se tornado uma preocupação estética
crescente e uma oportunidade lucrativa para o mercado da beleza.
Segundo dados
da Harmony Healthcare IT, uma empresa especializada em gestão de dados de
saúde, os norte-americanos passam em média 5 horas e 16 minutos por dia no
celular; entre os jovens da Geração Z, aqueles nascidos entre meados da década
de 1990 e início dos anos 2010, esse número ultrapassa 6 horas e meia.
A indústria
está sendo rápida: marcas tradicionais atualizaram linhas de produtos e
campanhas para tratar os efeitos do uso diário de dispositivos. A Olay, que faz
parte do grupo Procter & Gamble lançou um tratamento com o slogan “Tech
Neck Got You Down? Give it a Lift” (algo como “Tech Neck levou você para baixo?
Levante-o”). Já a francesa RoC, que faz
parte do grupo Johnson & Johnson, desenvolveu um bastão hidratante
específico para o pescoço cujas vendas dispararam.
Empresas
menores foram além: a Solawave apostou em dispositivos de terapia com luz
vermelha (fotobiomodulação), enquanto a Brickell incluiu em seu manual de
cuidados uma seção intitulada “Como corrigir rugas de tech neck”. O guia
compara o ato de inclinar a cabeça 45 graus para baixo à aplicação de um peso
de 22 quilos sobre o pescoço.
Influenciadores
também estão surfando nessa onda: Molly J. Curley, promove um creme através de
anúncios pagos no Facebook e gerou vendas de US$ 500 mil em fevereiro.
A medicina
estética também está ganhando com essa onda: o cirurgião plástico nova-iorquino
Sam Rizk relatou aumento de 25% na procura por lifting de pescoço entre
pacientes na faixa dos 30 anos, principalmente em função das discussões sobre
tech neck.
sexta-feira, 3 de abril de 2026
OpenAI agora vale US$ 852 bilhões, o equivalente a 7 Petrobras
Depois de anunciar o fechamento da maior rodada de investimento da história, colocando US$ 122 bilhões para dentro de seus cofres, a OpenAI chegou em incríveis US$ 852 bilhões de valor de mercado, em 31 de março passado. Como o gráfico mostra, isso equivale à soma de: |
No entanto, em termos de receita gerada, a situação é completamente diferente. Enquanto a OpenAI gera US$ 20 bilhões de receita anual, as outras 6 empresas juntas geram US$ 535 bilhões, cerca de 27 vezes mais. O tema deve ser acompanhado de perto, especialmente em função dos rumores acerca do possível estouro de uma bolha que atingiria principalmente as empresas de IA. Fonte: Mobile Time |


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