A indústria dos robôs humanoides ainda está engatinhando, porém cerca de 90% dessas máquinas vendidas em 2025 eram chinesas. |
Naquele ano, aproximadamente 18 mil robôs humanoides foram vendidos, a grande maioria dos quais para o uso no varejo e fábricas e indústrias. Mas a previsão é que eles passem também a serem usados para prestação de serviços e cuidados aos seres humanos, acreditando-se que em 2035 seu mercado deve alcançar US$ 38 bilhões, chegando a US$ 5 trilhões até 2050. O gráfico abaixo mostra os principais fabricantes e as quantidades vendidas no ano passado. |
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026
CHINA É LÍDER DISPARADA EM ROBÔS HUMANÓIDES
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
O ChatGPT vem perdendo participação
Levantamentos efetuados por institutos de pesquisa americanos mostram que o ChatGPT, apesar de ter crescido em números absolutos, vem perdendo market share para seus concorrentes, especialmente o Gemini.
Esse é um problema sério para sua empresa-mãe, a OpenAI, que segundo fontes do mercado, está prestes a ter problemas de ordem financeira, que podem ser agravados na hipótese de estouro de uma possível "bolha da inteligência artificial".
O gráfico abaixo mostra a evolução dessas ferramentas em termos de usuários/dia nos Estados Unidos - esse cenário provavelmente é válido para quase todo o mundo:
sábado, 31 de janeiro de 2026
AINDA EXISTEM 20 MILHÕES DE TELEFONES FIXOS NO BRASIL
A informação vem da Agência Nacional de
Telecomunicações (Anatel) que diz também ter havido uma queda de 3 milhões de linhas na comparação com 2024.
Telecomunicações (Anatel) que diz também ter havido uma queda de 3 milhões de linhas na comparação com 2024.
Com isso, o número fica perto do registrado em 1998, quando o setor de telefonia foi privatizado.
A Claro lidera este segmento, com 30,5% das linhas, seguida pela Vivo (25%) e pela Oi (19,1%). O restante fica pulverizado entre várias companhias.
A maioria dos telefones fixos, 52,1% está nas mãos de pessoas físicas.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
terça-feira, 20 de janeiro de 2026
sexta-feira, 2 de janeiro de 2026
FINS DO SÉCULO XIX: PEDALAR ERA CONSIDERADO MUITO PERIGOSO
Os anos 1890 popularizaram o ciclismo.
No entanto o boom da bicicleta despertou na época a desaprovação de vários grupos: alguns médicos defendiam que pedalar era saudável, outros associavam a prática a problemas mentais, a deformidades na coluna e até mesmo ao desenvolvimento de apendicite.
Mas não eram apenas médicos os que viam o ciclismo como um perigo: uma companhia de seguros recusava a cobertura para ciclistas, pois considerava que o ciclismo "enurtava a vida".
Órgãos das forças armadas recusavam recrutas que eram ciclistas, pois se presumia que sofriam de um enfraquecido “coração de bicicleta.”
quinta-feira, 1 de janeiro de 2026
ABSORVENTES ÍNTIMOS: PRODUTO DA 1ª GUERRA MUNDIAL!
Corria o ano de 1914 quando Ernst Mahler, executivo da então pequena empresa americana chamada Kimberly-Clark, visitou fábricas de papel e celulose na Alemanha, Áustria e Escandinávia, interessado em um novo derivado da celulose chamado "Cellucotton".
O material impressionou Mahler, pois era cerca de cinco vezes mais absorvente que o algodão e, quando produzido em massa, saia pela metade do preço. Ao retornar aos Estados Unidos, Mahler registrou o material e, quando esse país entrou na guerra em 1917, a Kimberly-Clark começou a produzir os bandagens para ferimentos usando o Cellucotton.
Porém, o material chamou a atenção das enfermeiras da Cruz Vermelha que atuavam nos hospitais para feridos de guerra, que começaram a usá-lo como absorvente íntimo - e esse uso logo se difundiu.
Quando a guerra acabou, a Kimberly-Clark aproveitou o excedente de curativos dos militares e da Cruz Vermelha para criar os primeiros absorventes higiênicos comerciais com o nome de Kotex.
A ideia foi muito inovadora em uma época em que as mulheres ainda usavam pedaços de tecido como absorventes no período menstrual. Interessante é o anúncio ao lado, que apresenta como vantagem do Kotex "simplificar o problema das lavadeiras"...
A marca Kotex, que ainda está no mercado, foi sugerida pela agência de publicidade Charles F.W. Nichols Company, que atendia a Kimberley Clark e era o resultado da abreviação da expressão “cotton textile”.
Assinar:
Comentários (Atom)
